- Na Fase de Grupos da CONMEBOL Libertadores 2026, a ‘Lepra’ mendocina deu o golpe com a vitória por 1 a 2 no Rio de Janeiro, o seu próprio ‘Maracanazo’.
- O vencedor do duelo entre Alfredo Berti e Luis Zubeldía, estrategistas argentinos, enfrentará nas Quartas o ganhador de Platense-Coquimbo Unido.
Independiente Rivadavia e Fluminense voltarão a se cruzar, desta vez nas Oitavas da CONMEBOL Libertadores 2026, depois de terem dividido o Grupo C e, sobretudo, depois de a torcida do clube carioca ter “comemorado”, na última rodada, a vitória por 1 a 3 da equipe argentina sobre o Bolívar, na Bolívia: se o time boliviano tivesse vencido, ultrapassaria o ‘Flu’ e avançaria às Oitavas. O Fluminense, em paralelo, fez a sua parte: vitória por 3 a 1 em casa contra o La Guaira. O sorteio, agora, determinou um novo encontro: uma revanche express.
Na segunda rodada do Grupo C da CONMEBOL Libertadores 2026, a ‘Lepra’ mendocina escalou talvez o seu Everest — até aqui. A equipe comandada por Alfredo ‘El Loco’ Berti escreveu o seu próprio ‘Maracanazo’: depois de sair atrás no placar, com gol de Guilherme Arana, virou o resultado com gols de Fabrizio Sartori e Alex Arce. Foi o quarto time argentino a vencer no mítico estádio do Rio de Janeiro em toda a história da CONMEBOL Libertadores. Um golpe de autoridade que o Independiente Rivadavia depois confirmou ao terminar como o segundo melhor líder da Fase de Grupos.
Na segunda rodada do Grupo C da CONMEBOL Libertadores 2026, a ‘Lepra’ mendocina escalou talvez o seu Everest histórico — até aqui: a equipe comandada por Alfredo ‘El Loco’ Berti escreveu o seu próprio Maracanazo. Depois de sair atrás no placar, com gol de Guilherme Arana, virou o resultado com gols de Fabrizio Sartori e Alex Arce.
Foi o quarto time argentino a vencer no mítico estádio do Rio de Janeiro em toda a história da CONMEBOL Libertadores. Um golpe de autoridade que o Independiente Rivadavia depois confirmou ao terminar como o segundo melhor líder da Fase de Grupos.
E se a ‘Lepra’ mendocina não conseguiu fechar o Grupo C com pontuação perfeita, foi única e exclusivamente por causa do Fluminense, comandado pelo argentino Luis Zubeldía. No estádio Malvinas Argentinas, em Mendoza, pela quarta rodada, saiu na frente no placar aos 21 minutos do segundo tempo, novamente graças ao paraguaio Arce, seu grande artilheiro. Mas, aos 45+1, apareceu nada mais, nada menos que John Kennedy, algoz do Boca na vitória por 2 a 1 na final da CONMEBOL Libertadores 2023, primeiro título do ‘Flu’.
Independiente Rivadavia-Fluminense, um dos três confrontos das Oitavas entre equipes que dividiram o mesmo grupo — ao lado de Mirassol-Liga de Quito e Palmeiras-Cerro Porteño —, tem o ingrediente especial de que o time argentino “ajudou” o brasileiro na última rodada.
Já havia acontecido quando o Bolívar “ajudou” o Flamengo na Fase de Grupos da edição de 2014, ao vencer o Palestino, do Chile, na última rodada, para depois cair diante do clube carioca nas Oitavas. Ou, em outra escala, quando o Tigres, do México, “ajudou” o River Plate na edição de 2015, ao derrotar o Juan Aurich, no Peru, na última rodada da Fase de Grupos, para depois perder, já na final — a última disputada em jogos de ida e volta —, para o ‘Millonario’ na Argentina.
Com esse panorama, em agosto, após a Copa do Mundo, o Independiente Rivadavia visitará o Fluminense no Maracanã para a partida de ida. A volta será disputada no Malvinas Argentinas.
O vencedor do confronto enfrentará nas Quartas quem avançar de Platense-Coquimbo Unido — sim, pode haver duelo argentino se o ‘Calamar’ passar. A ‘Gloria Eterna’ os espera no fim do caminho.